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	<title>Sibeli Borba Coaching</title>
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	<description>Sibeli Borba Coaching</description>
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	<title>Sibeli Borba Coaching</title>
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		<title>O QUE VOCÊ FARIA SE NÃO TIVESSE MEDO DE MUDAR?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sibeli Borba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 20:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Inicio este texto convidando você a pensar que a vida não é um corredor linear e tranquilo em que percorrermos livres, seguros e totalmente preparados. Antes, ela é um labirinto cheio de obstáculos, surpresas e desafios. E, nessa caminhada, provavelmente nos deparamos em becos sem saída ou presos nos próprios caminhos que escolhemos.</p>
<p>Proponho essa reflexão a partir da leitura do livro “Quem mexeu no meu queijo”, &#8211; de leitura rápida e de fácil compreensão, &#8211; que conta a história de quatro personagens que corriam diariamente num labirinto a procura de queijos que os alimentassem e que os fizessem felizes: os ratos, Sniff e Scurry, e os homenzinhos, Hem e Haw. A metáfora apresentada no livro nos convida a refletir sobre as escolhas que fazemos na direção do que queremos na vida: um bom emprego, um relacionamento feliz, uma casa confortável, liberdade, autonomia, saúde, mérito, paz espiritual, e por aí vai.</p>
<p>Certo é que cada um de nós tem um desenho prévio do que gostaria para a vida, contudo por medo, insegurança ou até mesmo por não saber por qual caminho percorrer optamos, não raro, por caminhos mais simples e um tanto conhecidos. Nesse contexto, acabamos nos sentindo seguros com os ‘’queijos’ conquistados durante a vida e os colocamos sempre em lugar acessível e protegido. Ao menos seria o esperado!</p>
<p>Se pararmos para pensar veremos que a todo momento corremos riscos de perder aquilo que julgamos tão certo: o emprego, o relacionamento, a estabilidade financeira, etc. As oscilações do mercado, somadas às novas demandas e necessidades que os seres humanos vão criando, convidam-nos ao aprimoramento contínuo e ao exercício de empatia profunda para que acompanhemos o movimento de desenvolvimento. Portanto, cuidado! Se você não estiver atento às mudanças, é possível que o seu “queijo” desapareça num piscar de olhos.</p>
<p>A contemporaneidade requer sujeitos adeptos às constantes mudanças, haja vista que ela se apresenta com um requisito de própria sobrevivência de pessoas e organizações. As mudanças, sejam pessoais ou profissionais, são necessárias. O problema é que às vezes nós não queremos mudar na velocidade em que as coisas mudam. Geralmente a melhor forma de pensar no enigma do medo da mudança reside no fato de que tememos o desconhecido ou sentir-nos impotentes frente aos desafios por não sabermos como fazer.</p>
<p>É em meio ao convite à mudança que você decide apresentar-se como um dos quatro personagens: você pode agir como Sniff que percebe logo a mudança ou Scurry, que sai correndo em atividade, ou Hem que rejeita a mudança, resistindo a ela por temor de que aconteça o pior, ou Haw que aprende a se adaptar a tempo e que percebe que a mudança leve-o a um lugar melhor. Você tem o poder de decidir qual postura adotar visto os resultados que pretende.</p>
<p>A escolha sempre está em suas mãos. É possível que numa autoanálise você descubra que a sua história é composta pela história dos quatro personagens, basta apenas que você escolha qual quer ser; qual perfil você deseja adotar e potencializar.</p>
<p>A vida como um labirinto é um lugar fácil de se perder. Contudo, para aqueles que traçam seus caminhos, o labirinto é um espaço de aprendizagem, conquistas e realizações. Nessa jornada, é preciso que você mapeie os caminhos e as rotas já traçadas e as perceba como rotas de êxito ou de falhas.</p>
<p>Existem pessoas que insistem em percorrer as mesmas rotas, mesmo sabendo que não há mais “queijo” lá. Assim, a experiência passada deve nos servir como baliza em cada escolha que fazemos na direção de nossos objetivos. Por outro lado, as crenças poderosas e as emoções que temos nem sempre nos dão condições de vislumbrarmos um novo caminho, o que torna a vida no labirinto mais dispendiosa e desafiadora.</p>
<p>À medida que você encontra o “posto do queijo” no labirinto é possível que você estabeleça uma rotina que sempre o coloca naquela direção. A partir daí, é possível que você pare de investir na descoberta de outras rotas e deixe de se desafiar ou, mais que isso, estabeleça uma zona de conforto ao acreditar que o “queijo” já é seu, portanto não requer mais o mesmo esforço.</p>
<p>É aí que o cenário muda e você fica sem saber como agir, e isso acontece tanto na vida profissional quanto no pessoal. É possível que você se sinta tão confortável e habituado que nem perceba mais as mudanças ao seu redor. A segurança de ter o seu queijo faz com que você nem perceba que o “queijo” estava aos poucos desaparecendo do posto.</p>
<p>Muitas vezes em nossa vida a situação do “posto” muda e nós nem damos conta e, com isso, não nos preparamos para a nova situação. Você já se sentiu assim? Algo já mudou em sua vida sem ao menos você ter se dado conta?</p>
<p>Algumas pessoas vivem sua vida como se a saúde, a exclusividade e as relações afetivas fossem infinitas. Esquecem que tudo que temos precisa ser nutrido e cuidado diariamente. E nos momentos de perda é que nos damos conta de quanto mais o “queijo” tem importância para nós, menos você deseja abrir mão dele.</p>
<p>Nesse momento, ficamos frustrados, irritados e acabamos culpando os outros por nossas perdas e decisões. O que fazer, então? É hora de agir e encontrar o estoque de “queijo” em outros postos. Afinal, fazendo sempre a mesma coisa é pouco provável que você alcance outros resultados.</p>
<p>Fato é que as circunstâncias mudam e talvez nunca mais sejam as mesmas.  Como a vida segue em frente, nós devemos fazer o mesmo. Aí fica a pergunta: o que você faria se não tivesse de medo de mudar? Muitas vezes o medo pode ser bom, pois quando tememos que as coisas estejam piorando acabamos por tomar atitude e agir. Nesse momento, pensamos: Por que eu não agi mais cedo e fui procurar outros “queijos”?</p>
<p>O medo nos paralisa e, frequentemente, é algo que não admitimos até para nós mesmos. O corredor escuro nos assusta e nos dá consciência sobre o nosso medo. E o medo pode ser de qualquer natureza: medo do vazio, do abandono, da solidão, de fracassar e por aí vai. O medo faz tornar as coisas mais difíceis do que realmente são; faz apavorar.</p>
<p>Nesse momento, é preciso seguirmos em frente, pois quando você vence o medo, sente-se livre e em paz. Mover-se para uma outra direção desaprisiona o próprio medo que sentimos.</p>
<p>Concentre-se em pensar no que você ganha em promover a mudança e não naquilo que você pode perder. A mudança é um “queijo” novo e altamente saboroso, mas você só poderá senti-lo se for em busca. Aos poucos o medo passa e vamos tomando gosto por aquilo que estamos sentindo e vamos percebendo que é possível desenhar um novo traçado no labirinto da vida.</p>
<p>Então, o que você faria se não tivesse medo de mudar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Viver com propósito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AdminSibeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 16:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Para ajudar você a saber se está preparada para a oportunidade que sempre desejou, a profissional Coach, Sibeli Borba, traz algumas reflexões que podem ser...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ajudar você a saber se está preparada para a oportunidade que sempre<br />
desejou, a profissional Coach, Sibeli Borba, traz algumas reflexões que podem ser<br />
extremamente importantes para a sua vida.<br />
Antes de tudo, peço a sua permissão, leitor(a), para iniciar o texto com uma pergunta que creio ser<br />
uma das mais importantes na vida de qualquer pessoa: Você está preparada(o) para a oportunidade<br />
que tanto desejou?<br />
Permita-se a um momento de reflexão. Pense!<br />
Suponhamos que há anos você aguarda uma oportunidade. E essa oportunidade pode ser de qualquer<br />
natureza: aquela promoção almejada no seu trabalho; uma bolsa de estudos num curso que você sonha desde a adolescência; a escolha por seu nome em um processo seletivo; o seu projeto ser aprovado por aquela comissão rigorosíssima; enfim, a oportunidade da sua vida.<br />
Mas para que isso aconteça efetivamente você terá de passar pela última etapa, a qual consiste em você responder algumas perguntas que chancelarão ou não o resultado tão esperado. E, por incrível que pareça, tecnicamente você está totalmente preparada para abraçar a sua vaga, este é o seu momento! E você está preparada, pois estudou todas as possibilidades de questionamentos.</p>
<p>Certamente, a vaga já é sua!<br />
Entretanto, para sua surpresa, você se depara com um profissional que está mais interessado em saber sobre o tipo de pessoa que você é do que propriamente sobre os assuntos ligados aos roteiros comuns de avaliação. Imediatamente você desenvolve certa estranheza em relação à decisão da pessoa que<br />
está com você, mas está segura devido ao fato de você se sentir muito preparada. Eis, então, que, sentados em uma sala pequena, surgem as duas primeiras perguntas:<br />
&#8211; Ao longo desses anos, como você conduziu a sua vida? Peço que conduza sua resposta baseada no que acredita ser a sua missão de vida.<br />
&#8211; Você se orgulha de ter se contentado com os resultados que tem hoje? Peço que conduza sua resposta baseada em todas as oportunidades que você teve e desaproveitou.<br />
Após um momento de pausa e/ou, não raro, desconforto, assim como eu, a primeira vez, você responderia “eu não sei” ou “eu nunca pensei sobre isso antes”.</p>
<p>Por alguma razão, vamos conduzindo nossa vida sem nos preocuparmos com simples perguntas que fazem toda a diferença na forma como somos vistos e compreendidos durante a nossa existência.<br />
Muitas vezes, apenas em momentos cruciais como o acima descrito é que tomamos consciência da importância dessas reflexões e de termos essas definições bastante claras em nossa vida. Certo é que grande parte das pessoas ainda não tem claro a sua própria missão.<br />
Assim, sem conseguir elaborar uma resposta que permitisse você abraçar a oportunidade da vaga já nas primeiras perguntas, eis que são lançadas outras perguntas:<br />
&#8211; Você vive uma vida com propósito?<br />
&#8211; O que te move?<br />
&#8211; Qual é o maior motivo de sua existência?<br />
&#8211; O que os seus resultados falam sobre você?</p>
<p>Provavelmente aqui você já tenha conseguido dar uma resposta mais consistente e/ou imediata, &#8211; ou não -, e suponho que ela tenha muito a ver com tudo o que você valoriza, cuida e ama. É possível que aqui você tenha percebido que passou boa parte dos seus dias submetida a uma rotina pouca planejada, com pouco ou nenhum propósito, &#8211; ao menos que estivesse claro -, e que pouco priorizava aquilo que é mais importante para você. Portanto, com esta metáfora, proponho-te observar verdadeiramente o seu entorno. Perceba quanto tempo da sua vida você passou evitando dores, mudanças, desconfortos, novas rotinas ou oportunidades. E mesmo assim você quer ter sucesso! Entretanto, na maioria das vezes, jamais fomos a pessoa que deveríamos ser para alcançar o nosso próprio sucesso.</p>
<p>Pense em quantas vezes você quis ter sucesso, mas nada fez para que isso acontecesse. Então você desistiu!<br />
Para ter sucesso, antes de tudo, é preciso ter um propósito. Como alcançar o sucesso sem sabê-lo? É preciso encontrar algo que lhe inspire, que ecoe positivamente dentro de você, que lhe desperte<br />
desejos e cada vez mais vontade de viver e vencer. Importante ressaltar que não é preciso que você se preocupe em descobrir o seu propósito imediatamente; ele pode ser qualquer um. Crie-o, invente-o, elabore-o, mas tenha um propósito; algo que te motive a caminhar na direção da sua própria felicidade ou também daqueles que mais lhe importam.<br />
Creio que um propósito que possa lhe motivar seja o de que você se torne ‘a melhor versão de si mesmo’. E, ao buscar a sua melhor versão, você estaria vivendo definitivamente uma vida pautada no amor e no respeito por sua própria existência.</p>
<p>Neste caso, certamente, você jamais teria dúvida sobre as suas respostas ao entrevistador, pois elas emoldurariam uma vida feliz e repleta de realizações.<br />
&#8211; Sim, isso mesmo, a vaga é sua!</p>
<p><strong>APRENDIZADOS E INSIGHTS:</strong><br />
&#8211; Se for para duvidar, duvide da incapacidade de conseguir!<br />
&#8211; Seu sucesso aumenta na mesma proporção do seu empenho!<br />
&#8211; Se for para começar, comece acreditando que você é capaz e que o impossível não existe.<br />
&#8211; O presente é o único tempo que você tem.<br />
&#8211; Encontre um propósito e faça dele o seu melhor motivo.</p>
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		<title>Empreendedorismo e criatividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AdminSibeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 16:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Para ajudar jovens empreendedores a tirarem a ideia de negócio do papel, a profissional Coach, Sibeli Borba, dá dicas sobre como criar estratégias para um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ajudar jovens empreendedores a tirarem a ideia de negócio do papel, a profissional Coach, Sibeli Borba, dá dicas sobre como criar estratégias para um negócio de sucesso.</p>
<p>Você tem usado o seu “Eu Criativo”? Não? Ainda não? Às vezes? Quase nunca? Então é importante começar a pensar sobre isso! A criatividade é hoje um diferencial na vida de empresas e de empresários de sucesso. Provavelmente você já deve ter ouvido histórias de vida inspiradoras e deve ter se perguntado: &#8211; Mas será mesmo possível? Tudo aconteceu assim mesmo? Para tratarmos desse assunto lembro aqui de dois de meus modelos de vida: o incrível Walt Disney e o carismático, Sílvio Santos. Dois nomes muito conhecidos e reconhecidos, não? Por isso os escolhi como modelos de inspiração em minhas áreas de Criatividade e Empreendedorismo.</p>
<p>Com uma história carregada de trabalho e muita dedicação, Sílvio Santos é hoje é um dos empresários mais bem-sucedidos e populares do país. De camelô a bilionário, o “homem do baú” carrega o reconhecimento de uma trajetória empresarial pautada na ética, no respeito ao público e pelas diversas pessoas que compõem as suas equipes de trabalho. Já Walt Disney tornou-se famoso por seu pioneirismo no ramo das animações com a Disney. Como Sílvio Santos, Walt Disney é um ícone da cultura popular e a partir de seu lema &#8220;Keep moving forward&#8221;, isto é, “continue seguindo em frente”, construiu um dos maiores impérios no segmento de multimídia e parques temáticos do mundo.</p>
<p>Qual foi então a ideia criativa desses dois empresários de sucesso?<br />
Diferente do que estamos habituados a pensar, a criatividade não está associada àquela ideia genial que surge espontaneamente quando você menos está preparado. Criatividade depende de inspiração, e inspiração está diretamente associada ao movimento de busca e reconhecimento de ‘modelos e experiências de sucesso’ a serem estudados, compreendidos e seguidos.</p>
<p>Modelos de Sucesso? Sim, isso mesmo! Se buscarmos conhecer profundamente a história desses dois ícones, observaremos que eles tiveram ao longo de suas vidas estratégias e pessoas que serviram como fontes de inspiração e as mantêm próximas até hoje, de maneira física ou mental. É muito comum que nossas inspirações sejam advindas de nossos pais, avós, daquele professor da escola que era muito motivado, de um empresário bem-sucedido nos negócios que conhecemos, entre outros. Contudo, a grande maioria das pessoas que deseja ter sucesso e alcançar resultados positivos na vida não dedica tempo e atenção para avaliar sobre as forças que as movem e motivam.</p>
<p>Nesta dinâmica, fica fácil entender que todas as pessoas que alcançaram os objetivos desejados sabem contar e traçar, de maneira gradual ou não, uma trajetória cheia de estratégias mal ou bem sucedidas que as levaram a obter tais resultados. Você quer diz uma receita? Sim, uma receita! Pessoas criativas param de esperar a inspiração surgir repentinamente e começam a experimentar o<br />
diferente que está a sua volta, observando as pessoas que lhe inspiram no intuito de adaptar a fórmula delas a sua própria vida. O segredo delas é aprender por meio da observação. Simples, não? Qual tal começar a observar o que e quem lhe inspira?<br />
Para isso, ao se deparar com algumas pessoas ou trabalho que você admira, procure descobrir o que faz deles algo genial. Esteja atento! Repare! Há indícios de criatividade por todos os lugares.</p>
<p>DICAS PARA TIRAR SUA IDEIA DO PAPEL:</p>
<p>1. Identifique algo que você gosta de fazer e queira muito fazer (Ramo de Negócio);<br />
2. Defina um propósito para se dedicar a isso (Missão);<br />
3. Assuma 100% os riscos e a responsabilidade sobre suas escolhas (Defina Modelos/Faça Planejamento);<br />
4. Contrate e/ou associe-se a pessoas que acreditam na sua ideia e se motivem com ela (Componha um time de vencedores);<br />
5. Valorize a sua equipe de trabalho (Fidelize clientes internos e externos);<br />
6. Seja coerente no planejamento e na execução do seu Plano de negócios (Atenção aos princípios administrativos);<br />
7. Tenha um diferencial (Encante os seus clientes);<br />
8. Tenha visão de negócio considerando o contexto envolvido (Esteja atento ao mercado e saiba aonde você quer chegar);<br />
9. Ouça e conheça o seu cliente (Na sua empresa quem tem de fazer sucesso é o cliente);<br />
10. Aperfeiçoe-se com o tempo (Adeque-se às demandas e necessidades dos clientes e aprimore-se).</p>
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		<title>Arte do desapego ou desapego na raça?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AdminSibeli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 16:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Vai chegar aquele dia que você precisará mexer nos seus guardados! E, lembro, que tocar em alguns objetos nem sempre é tarefa fácil, pois remete-nos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vai chegar aquele dia que você precisará mexer nos seus guardados! E, lembro, que tocar em alguns objetos nem sempre é tarefa fácil, pois remete-nos a revisitar momentos e histórias de nossa vida que são cheios de significados.</p>
<p>Nessa viagem guiada pelos objetos, abrem-se fendas que nos colocam diante de acontecimentos positivos ou negativos e que, não raro, encontram-se congelados em nossa memória, &#8211; ora blindados, ora totalmente propensos ao acesso imediato. Reitero que esta ação nem sempre é saudosa e confortável, todavia é necessário que você tome contato com esses objetos a fim de avaliar o motivo que ainda o faz mantê-los consigo.</p>
<p>Significa olhar tudo aquilo que você guarda até hoje com carinho e entender o real sentido na sua vida atual. Certo é que objetos são apenas objetos, e isso é inegável. Entretanto, o que nos leva a ter tanto apego por alguns objetos ao ponto de guardá-los por décadas? Quais lembranças eles nos permitem acessar? Quais associações nós temos feito a eles?<br />
Ao pensarmos nas associações é possível compreender que não são os objetos em si que são imprescindíveis em nossa vida. Pelo contrário, na grande maioria das vezes eles ocupam lugar, acumulam poeiras e tem pouca ou nenhuma utilidade. O que parece implicar nesse momento é o forte desejo de conexão com a pessoa ou circunstância em que recebemos esse objeto.</p>
<p>Aí, talvez, residam algumas das razões pelas quais apresentamos tanta dificuldade de desapegar. É como se eles nos conectassem às pessoas queridas, mas eles não nos conectam, pois são apenas objetos e nada além disso. Bem verdade, o que nos conecta é sentimento sobre as lembranças que o objeto nos traz. Portanto, isso nada tem a ver como objeto em si.<br />
Sabedores disso agora, que tal fazer uma visita em nossos seus guardados? Visite as caixas, baús, roupeiros, armários, cômodas, etc.</p>
<p>Certamente, você encontrará lá uma série de coisas que já nem lembra mais e não têm nenhuma serventia nesse momento.<br />
Além dos objetos, outros itens que merecem uma revisitação são os nossos hábitos e comportamentos.</p>
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